quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Voar

Quando estava no ar
Sempre, sempre a voar,
Voar, voar, voar
E quando estava a saltar
Dei por mim a cantar
Adoro voar, adoro voar!

Sofia Garcez

Vou pelo céu

Quero voar
Para faltar à escola
Espero que no céu
Se venda Coca-Cola.

Pelo céu azul
Começo a voar
Vejo o sol
Vou sem parar.

Quero ser gaivota
Ou um falcão
Quero ser insecto
Quero ser avião.

Vou pelo céu
Na tarde maravilhosa
Vou bem lá acima
Sou andorinha vaidosa.


Saltar nas nuvens
Eu quero saltar
Com outra ave
Quero brincar.

Raquel

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Poemas do 4.º B

Hoje publicamos alguns poemas dos nossos colegas da turma B do 4.º ano.


Um sorriso
Abriu-me a porta
Com muita luz.
(Thalyta)

Uma andorinha
Chegou na Primavera
E recolheu a tristeza do Inverno.
(Maria de Rosário)

Vi uma borboleta
Com uma flor
A pintar o arco-íris.
(Alexandre)

Uma folha
Soltou-se da árvore
E caiu no meu sonho.
(Filipe)

Filho negro, mãe branca.
Não importa de que cor são,
Mas o carinho que dão.
(Gonçalo Vaz)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

SERAFIM E VENCESLAU - 10

A turma dos 25 autores recebeu a notícia de que um senhor chamado Jorge escolheu a sua turma para apresentar uma peça de teatro. O senhor chamado Jorge tentou arranjar papel para todos.
Tínhamos dois dias de ensaio, com uma hora em cada dia. Parecia um desafio para os 25 autores! Mas quando vimos, nós não precisávamos de decorar as falas. O rádio é que precisava de decorar as falas e nós fazíamos gestos como se estivessemos a falar.
A peça chamava-se “Serafim e Venceslau”. O Jorge, que era o nosso encenador, escolheu sete meninos mais altos. Esses meninos agarravam nuns bonecos que faziam de personagens. Os mais altos meteram-se num pano preto e representavam. Os sete mais baixos também estavam num pano preto.
Serafim era medroso, muito medroso, e para mostrar isso havia onze meninos lá atrás dos mais altos que não se viam e um deles pegou num boneco, que era Serafim, e ele punha o boneco a olhar para um dos meninos mais altos e de repente baixava-se com medo. De seguida, ele pedia ajuda à avó e a avó disse para ele procurar o velho plátano mágico. Mas Serafim disse à avó que tinha medo de ir sozinho procurá-lo. E aqui entrou uma nova personagem que a avó chamou, a gaivota Carlota, que ia ajudar Serafim a encontrar o plátano mágico.
Serafim e Carlota começaram a viagem e encontram a prima da Carlota, a Maruja, na estação de S. Bento. Para os azulejos havia um menino lá atrás a segurar na estação e outro a passar imagens de azulejos para os mais altos e os mais baixos a dançarem com eles.
Continuaram a caminho do velho plátano, agora com a Maruja e viram estátuas. Mas vocês devem estar a perguntar como aparecem as estátuas e olhem que não roubámos! Eram feitas de cartão e, mais uma vez, os de trás têm trabalho.
Depois aparece o cão Rodrigo e o Gato Fidalgo que começam à bulha e o Serafim impede que isso aconteça.
Quando Serafim já não é medroso todos fazem uma festa.

Raquel

SERAFIM E VENCESLAU - 9

O nome do teatro é ”Serafim e Venceslau” e é muito bonito este teatro.
A ver esteve a escola inteira, menos os meninos que faltaram, as empregadas, o porteiro e os meninos que andam na escola de manhã. Todos se portaram bem, tanto os que estavam a ver como os que estavam no palco a fazer o teatro.
O teatro falava de um menino chamado Serafim que vivia na Sé e era muito medroso. Tinha medo dos gritos das gaivotas, dos ratinhos a andar pelo jardim, dos cães a uivar e muitas mais coisa lhe metiam medo. Certo dia, decidiu falar com a avó, que é muito sua amiga, e começaram a conversar e o Serafim contou à avó que tinha medo de tudo e a avó disse para ele ir ao jardim da Cordoaria onde iria encontrar um plátano mágico chamado Venceslau. Mas como ele era muito medroso disse à avó que não conseguia ir sozinho e a avó disse-lhe:
-Não te preocupes com isso, meu querido. Eu conheço uma gaivota chamada Carlota que te irá guiar até lá e quando chegares ao jardim da Cordoaria falas com o plátano Venceslau e voltas para casa.
Então a avó chamou a gaivota Carlota, que apareceu logo de seguida e acompanhou-o nas aventuras.
Caminharam até chegarem ao jardim da Cordoaria e lá Fidalgo falou com o plátano Venceslau e depois foi o Serafim dizer que era muito medroso e perguntou ao Venceslau se ele lhe podia tirar o medo com a sua magia. Ele disse que não porque a magia já tinha acontecido nele e as flores do jardim da Cordoaria perguntaram assim:
- Que aconteceu?
Então o Venceslau respondeu:
- Este menino já não é medroso.
Então fizeram uma festa.
Os senhores que nos prepararam chamavam-se Jorge e Clara. Prepararam-nos em dois dias, Terça-feira e Quarta-feira.

Mariana

SERAFIM E VENCESLAU - 8

Nós ensaiámos para o teatro da nossa turma no ginásio e foi assim. Os da frente iam com umas muralhas e quando paravam sentavam-se e entravam os bonecos. Depois o Serafim dizia à avó:
- Eu não queria ser assim tão medroso.
E a avó dizia ao Serafim:
- Eu conheço um velho plátano que te pode ajudar. Está no jardim da Cordoaria.
Mas o Serafim tinha medo de ir lá sozinho e disse:
- Mas eu tenho medo de ir lá sozinho.
E a avó diz:
- Eu vou dizer à gaivota Carlota para te acompanhar no passeio.
Encontraram a Maruja, o Rodrigo e o Fidalgo e foram dar a volta ao Porto e ele gostou muito e não teve medo ao subir a torre dos Clérigos.
Os amigos foram encontrar o Plátano Venceslau.
Ele já não teve mais medo, e ficou muito feliz.

Miguel

SERAFIM E VENCESLAU - 7

Olá, eu sou o Tomás e vou contar como foi a experiência de estar num palco com bastantes crianças a ver-me.
Começou numa terça-feira quando um senhor veio chamar-nos para ir ao nosso primeiro ensaio.
Eu fui o Venceslau (o Venceslau era uma árvore com muita sabedoria), a Camila, que é uma minha amiga, foi a avó.
Numa quarta-feira foi o segundo e último ensaio, correu muito bem. Os nossos encenadores chamavam-se Jorge e Clara.
Depois dos dois ensaios, íamos fazer o teatro.
Numa sexta-feira era o teatro. Nós fomos para o ginásio, começámos a pôr uma carpete preta que dava para as crianças entrarem lá para dentro e podiam ficar dentro da carpete sete crianças. Quando nós estávamos prontos, ouvimos a campainha e ficamos muito nervosos, vimos sentar muitas mas muitas crianças e ficámos ainda mais nervosos.
Quando estava todo o público, começámos. Começou com uma música, e os meninos mais pequenos da nossa sala, começaram a andar com umas muralhas de esponja. Os maiores contando comigo, tínhamos umas casas, e à medida que a primeira menina com a muralha passava por nós, nós virávamos as casas, depois os que tinham as muralhas sentavam-se e começou a história. No final, quando o Serafim chegou à beira do Venceslau, disse:
-Olá Venceslau.
-Olá Serafim. – disse o Venceslau.
-Venceslau, eu tenho medo de tudo, tenho medo dos ratos a correr pelo jardim, das gaivotas, de sair à rua, enfim, tenho medo de tudo. Disseram-me que a tua magia podia tirar-me o medo! – disse o Serafim.
- Ah, ah, ah, a magia já aconteceu em ti.
O Serafim não estava a perceber
- É, ou não é verdade, que subiste os duzentos e quarenta degraus da Torre dos Clérigos? – perguntou o Venceslau.
-É verdade, é verdade. – disse o Serafim.
Depois de muita conversa, começou-se a ouvir uma música e todas começaram a dançar.
Eu acho que esta experiência foi fantástica. No dia do teatro fiquei um bocado impressionado e um bocado envergonhado porque eram muitas pessoas e porque como eram muitas pessoas eu fiquei envergonhado.

Tomás Leal

SERAFIM E VENCESLAU - 6

Nós estávamos em duas filas de sete, a da frente sentada e a de trás em pé. Estávamos em duas mangas pretas, enfiados lá dentro, e havia mais atrás alguns que não se via porque só entregavam as coisas para os da frente ou levantavam objectos. Nós não tínhamos de dizer nenhuma fala porque era o rádio que dizia as falas todas. Nós só tínhamos que mexer os bonecos. Se o Serafim estava a falar, o boneco que fazia de Serafim também estava a falar e, se a avó estivesse a falar, o Serafim estava quieto. Os da primeira fila não mexiam os bonecos mas às vezes tinham os bonecos nas mãos e os da fila de trás estavam parados com os bonecos e às vezes mexiam-nos.
Na terça-feira e quarta-feira estivemos a treinar o teatro. Na terça-feira o Jorge dizia o que nós íamos fazer na parte seguinte e íamos fazendo uma parte e quando acabássemos repetíamos tudo o que tínhamos feito até essa parte. Quando acabámos tudo repetimos outra vez tudo. Quarta-feira preparámos tudo, repetimos duas vezes o último ensaio.
Sexta-feira foi quando apresentámos. Fomos para o ginásio e pusemo-nos nas posições certas e, quando tocou a campainha, foram todos os meninos e professores ver.
Eu senti-me um pouco entusiasmada porque eu adoro fazer espectáculos seja para quem for, mas quando se estava a aproximar cada vez mais o teatro eu ia ficando cada vez mais calma. Quando começou e acabou o teatro foi quando me deu muita vontade de rir mas consegui não me rir.
E assim foi a minha experiência de teatro.

Luísa

SERAFIM E VENCESLAU - 5

A turma do 3.º D fez um teatro que chama “Serafim e Venceslau” e eu acho que foi bem preparado. Para ensaiar tivemos de nos esforçar muito.
Depois, para mostrar o Serafim, punham o boneco à frente da cara de uma pessoa e depois e punham para baixo. Também acho que isso correu bem.
Acho que os meninos e as meninas interpretaram bem a história, pelo que vi.
Eu fiquei um pouco nervosa com medo de que nós fizéssemos alguma coisa mal, mas também reparei que o público aprestou bastante atenção.

Inês Caldevilla

sábado, 30 de janeiro de 2010

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

SERAFIM E VENCESLAU - 4

Nós fizemos este teatro no dia 22 de Janeiro de 2010.
As pessoas que nos ajudaram eram duas e chamavam-se Clara e Jorge.
Não fazíamos a mínima ideia de que, em vez de decorarmos, tínhamos um leitor onde estava tudo gravado num CD e só tínhamos de mexer numas personagens que eu vou dizer quais eram.
As personagens eram Venceslau, Serafim, uma gaivota chamada Maruja e outra gaivota chamada Carlota, a avó, um cão e um gato.
Nós tínhamos de estar os maiores atrás e os menores à frente.
Nós tínhamos de segurar nas coisas. Os de trás tinham de segurar numas casinhas, depois os da frente tinham de pôr uns chapéu com flores e alguns seguravam nas personagens. Depois os da frente tinham umas muralhas e quando começava a dar uma música eles davam as muralhas a dançar para os de trás e os de trás passavam para os meninos ou meninas que estavam escondidos.
Inês Costa

SERAFIM E VENCESLAU - 3

Nós, no dia 22 de Janeiro, apresentámos uma peça de teatro chamada “Serafim e Venceslau” no ginásio da escola.
Tínhamos um boneco chamado Serafim, que era a personagem principal, depois vinha a avó que lhe deu um bom conselho: ir ter com o Venceslau. Depois apareceu a Carlota, uma gaivota amiga da avó, e depois a Maruja, que era outra gaivota amiga da Carlota, que andava sempre no mar e que estava de visita ao Porto.
Para ensaiarmos precisámos de dois dias.
Não houve problema em decorar as falas porque estava tudo gravado num CD. Para perceber os gestos foi preciso algum tempo. Quando era a entrada dos mais pequenos também foi fácil.
Quem nos ajudou foi um senhor chamado Jorge e uma senhora chamada Clara que em dois dias nos ensinaram tudo.
Os sete da frente ficaram envergonhados porque no fim pusemos todos uns chapéus com flores.
O Serafim e os amigos viram a Câmara Municipal, a Torre dos Clérigos, os azulejos da Estação de S.Bento, a estátua da Menina Nua, a estátua de D.Pedro IV e a estátua de Almeida Garrett.
André

SERAFIM E VENCESLAU - 2

Na sexta-feira, na escola, os meninos do 3.º D fizeram um teatro.
Tocou a campainha à 14 horas para as turmas todas verem o nosso teatro.
Eu acho que se este espectáculo fosse avaliado de zero pontos a cinco pontos, eu punha quatro pontos porque quando tínhamos que dizer «Seraficas és medricas» a fila da frente ficou mais ou menos calada.
Nós fizemos o teatro no ginásio da escola para as turmas todas.
O que eu gostei mais foi quando o cão e o gato andaram a discutir e quando era para pôr os vasos de brincar na cabeça e os meninos do público também se riram.
Eu senti-me envergonhado mas gostei de fazer o teatro.
Dário

SERAFIM E VENCESLAU - 1

A experiência de fazer o teatro “Serafim e Venceslau”.
Foi cá na escola João de Deus que a nossa turma fez o teatro de “Serafim e Venceslau” e apresentámos ao resto da escola.
Quando os encenadores nos ensaiaram, havia uns meninos que ficavam à frente, sentados. Havia outros que ficavam no meio, de pé, e também havia uns que ficavam atrás dos do meio para lhes chegarem as coisas como, por exemplo, uns azulejos de plástico iguais aos da estação de S. Bento e umas folhas de plástico que eram para fazer de Venceslau. Também chegavam as gaivotas, o gato e o cão.
No teatro não era preciso decorar falas porque as falas já estavam no gravador. As pessoas que estavam a fazer o teatro só tinham de mexer os bonecos para dar a sensação de que eram eles que falavam, mas não. Estava tudo gravado no CD.
Artur

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

A visita de estudo dos anões - 2

Era uma vez a escola dos anões, mas aqueles anões eram muito pequeninos, mas muito pequeninos e foram a uma visita de estudo ao intestino delgado.
Entraram pela boca, foram pelo esófago e chegaram ao estômago. O anão perguntou à professora:
- Temos que fazer esta viagem?
E a professora respondeu:
- Claro!
Eles ficaram três horas à espera e quase que se afogaram, por causa do quimo. Foram para o intestino delgado e a professora disse:
- Já chegamos ao intestino delgado.
Depois um anão perguntou:
- E agora a separação?
E a professora disse:
- É a separação e nós vamos para o intestino grosso.
E a separação aconteceu.
E um anão perguntou:
- E nós agora vamos para o intestino grosso?
E a professora disse:
- Sim.
Depois demorou muito tempo e um anão disse:
- Vamos sair pelas fezes não é?
E a professora disse:
- Já estamos quase a sair!
- Parece-me que já estamos a sair e não parece ser muito agradável!
E disse outro anão:
- Que nojo, como é que vamos para a escola, se vamos pelo cano abaixo?
E a professora disse:
- Voltamos a pé.

Inês Caldevilla

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Uma viagem a Coimbra

Eu fui nas férias a Coimbra com o meu padrinho e com o meu tio, no Alfa Pendular, que andava duzentos e vinte cinco quilómetros por hora.
Paramos, saímos do Alfa, fomos para outro comboio e chegámos.
Eu nunca imaginei que fosse tão giro. Fui ver um bocadinho a cidade e depois fomos aos Portugal dos Pequeninos.
Vimos uma camioneta que trazia meninos do infantário, fomos pagar e depois entrámos.
Fomos ver coisas de África, vimos outras coisas, também vi o rei de Portugal e vimos a irmã da Raquel e vi um filme em que os Portugueses chegavam a África.
Fomos à procura de um restaurante e encontramos e fomos almoçar.
Comemos batatas fritas, arroz e bife e a bebida foi água natural para mim e para o meu tio e para o meu padrinho foi água fresca e a sobremesa foi fruta. Pagámos e fomos passear e fomos a outro café para lanchar e comi um gelado pelo caminho. Quando eu acabei o gelado, nós fomos a pé até à torre nova e foi giro. Eu pensava que não queria esquecer que fui a Coimbra.
Fomos à estação para ver a que horas chegava o comboio, para nós estarmos prontos. Dava para passear um bocadinho e o meu tio via sempre as horas para ver que horas eram para ir para o comboio.
Viu outra vez e era hora, mas quando chegámos à estação tínhamos chegado mais cedo do que o comboio e tivemos de esperar mais tempo.
Elsa

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar

Na semana passada, começámos a trabalhar com este livro.
Hoje, lemos o 4.º capítulo.
É altura de os 25 autores começarem a partilhar as suas opiniões e emoções sobre as aventuras de Zorbas.
Para isso, vamos escrever aqui comentários originais.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

HISTÓRIAS FANTÁSTICAS NA BIBLIOTECA - 10

Os livros com vida

Um menino foi a uma biblioteca. Lá havia livros de todos os tipos, até havia como fazer magia. O que lhe interessou mais foi esse. Então ele pediu aos donos da biblioteca para levar o livro durante quinze dias e eles deixaram o menino levar o livro.
Quando chegou a casa o menino, foi logo ler o livro. Precisava de uma varinha mágica e depois fez um feitiço e tornou os livros com vida.
Então ele foi à biblioteca e disse:
- Este livro é mágico?
- Sim, é.
- Foi por isso que to demos. Nós não emprestamos livros.
-Lêem aqui e pronto. Lê como inverter o feitiço e os livros voltam ao normal.
E depois ele telefonou a um amigo e perguntou?
- Amanhã queres ir à biblioteca comigo?
E o amigo respondeu:
- Pode ser.
Chegaram lá e foram ler todos os livros que quiseram, e o menino devolveu o livro de magia, mas o livro de magia era mágico.
Fez um feitiço que fez os livros ficarem outra vez vivos e o livro de magia não parava quieto e não o conseguiam apanhar. Fez outra magia e nunca mais conseguiram tirar os feitiços que ele fizesse nem que o apanhassem.
Então o livro de Matemática e o de Português deram uma aula ao de magia mas ele não quis e começou a fugir e nunca mais ninguém o viu.
Artur