segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A Mancha

A mancha leva-me
Ao mundo das cores
Onde está o azul e o rosa
Mas também flores.

Eu daria à mãe, ao pai,
E também ao meu irmão,
A cor castanha
Que é a cor do meu cão.

No mundo das cores
O armário é azul,
O sol é encarnado
E a amarelo é o paul.

Cristiano

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Diálogo de férias


Desenho do Francisco, feito no «Paint»
Texto da Raquel

O que fazes nas férias?
Como estudas?
Que cuidados aconselharias a ter?
Gostarias de reencontrar os teus amigos?
Para que sítio gostas de ir?
Nas férias grandes podes divertir-te, pôr o descanso em dia, mas nunca te esqueças de enviar artigos interessantes para continuarmos a ter sucesso no nosso blog.
No computador podes visitar sites como:
25autores.blogspot.com
www.brincar.pt
e outros
Raquel

O que comeste ao almoço?

É a hora do almoço
O que comes tu?
Eu estou a comer
Um bom peru

É a hora do almoço
O que come o teu amigo?
Ora o meu amigo
Comeu um figo

Eu adoro comer boas frutas
Mas o que é que eu comi ao almoço?
Não comi nada porque estava
Um grande,grande alvoroço.

Raquel

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Poema de Matilde Rosa Araújo

Matilde Rosa Araújo entre leitores
Ilustração de Maria Keil para o poema «O Chapéuzinho»

O Chapéuzinho

A menina comprou um chapéu
E pô-lo devagarinho:
Nele nasceram papoilas,
Dois pássaros fizeram ninho.

Chapéu de palha de trigo
Que a foice um dia cortou:
Na cabeça da menina,
O trigo ressuscitou.

Depois tirou o chapéu,
Tirou-o devagarinho:
Não vão murchar as papoilas,
Não se vá espantar o ninho.

E, chapéuzinho na mão,
De cabeça levantada,
A menina olhou o Sol,
Como a dizer-lhe: obrigada!

Matilde Rosa Araújo “O Cantar da Tila”

domingo, 4 de julho de 2010

Poema “ O mar “

O mar é azul
É um fio de beleza
Está espalhado por todo lado
Até pela Natureza

Não foi criado pelo Homem
Mas foi uma grande animação
Estar presente no nosso mundo
O que causou grande admiração

Maria Camila

sábado, 19 de junho de 2010

Férias a começar

São as férias a começar
Não vamos dizer que não
Às maravilhosas e boas
Férias de Verão.

Tomar um bom refresco
E não gostar das letras fv
Mas não se pisguem
Para não fazer os tpc.

Pôr protector solar
Também convem
Comer um gelado
Não faz lá muito bem.

Construir castelos de areia
Ouvir o som do brilhante mar
Brincar com algas de verdade
Temos de bem aproveitar.

Podemos ter aventuras
Como montanhas escalar
Mas ficamos cansados
E queremos descansar.

Mas temos de fugir
Dos trabalhos de casa
Mas se tentarmos voar
Perdemos uma asa.

Raquel

Hoje escreve o professor

Ontem foi o último dia de aulas do nosso 3.º ano.
Chegou ao fim um ano lectivo que começou sob o medo da gripe A. Todos nos lembramos do desinfectante para as mãos e das recomendações do professor (pouco convencido) a tentar convencer-nos de que não devíamos partilhar o material escolar. Pois é... os adultos também cumprem ordens de que nem sempre gostam.
Ontem, como era o último dia de aulas, o lanche saiu das normas da educação alimentar e alguns trouxeram bolos de chocolate e batatas fritas para partilhar.
A Luísa ofereceu-nos um concerto de violencelo e desconfio que, no próximo ano, a Sofia Garcez vai surpreender-nos com os seus progressos na guitarra.
Os 25 autores ofereceram muitos textos e desenhos à Inês Costa, que vai mudar de casa, de escola e de cidade.
Agora, a pobre sala de aula vai ficar triste, durante quase noventa dias sem os cinquenta olhos curiosos.
Só espero que não aconteça o mesmo problema a este blogue. Precisamos de o alimentar como se fosse a maior flor do mundo.

A Maior Flor do Mundo, de José Saramago

Lemos este livro no 2.º ano. Lembram-se?
O filme deve ser visto com som.
Depois merece ser comentado.

domingo, 13 de junho de 2010

Pintar

Pego num pincel
pego na caneta
não pego na borracha
porque é uma treta

quando for pintar
todos vão dizer
estou a adorar
estou a adorar

E eu vou responder
é muito divertido pintar
com toda a gente
aqui a olhar
para o meu desenho
que está de encantar

Luísa

sexta-feira, 11 de junho de 2010

VISITA A PONTE DE LIMA




Na visita de estudo que realizamos a Ponte de Lima, aprendemos várias coisas. Uma delas foi o nome de um objecto que servia para tirar as cabeças das galinhas se chamava “Mata-frangos”.

Na feira aprendemos a distinguir os sapatos de couro e os sapatos que não são de couro. Lá vimos um instrumento chamado “Pá-de-forno” que servia para pôr e tirar o pão do forno sem nos queimarmos. Além disso, vendiam-se nabos e outros legumes para plantarmos de novo e muito depois é que se cozinhavam.

Vimos um instrumento chamado “Taramela”, que servia para assustar os pássaros, e um objecto que se usava antigamente, quando não havia frigoríficos, que não permitia que bichos entrassem e que mantinha a comida em segurança e conservada.

Nas estufas havia uma planta muito grande que se dividia em plantas pequeninas. Estas eram plantadas para crescerem e assim aumentavam a espécie.
Dentro de uma das estufas havia outra estufa mais pequena que continha uma planta que só era preciso regar uma vez e depois a água evaporava-se, mas não saia da estufa.

Para se tirar o leite das vacas há uma máquina e depois há um tubo que vai ter a uma espécie de chávena que vai para aí o leite para a senhora tirar. As vacas estão presas para não fugirem.

As vacas enchem dezasseis litros.

O vinho foi produzido numa adega dentro de um sítio chamado cuba.

Só de vinho branco produziram 20000 garrafas. Cada garrafa tinha 0,75 litros.

O sítio onde se produzia as uvas tinha uma área equivalente a seis campos de futebol. Esses campos de uvas chamam-se vinhas.
As uvas fazem o vinho com o seu sumo, mas o álcool transforma-se do açúcar com uma fermentação em álcool.
Na feira vendiam-se rolhas para o vinho e as rolhas eram feita de cortiça, que vinha duma árvore que há mais no Alentejo e que se chama sobreiro.
Há pessoas que produzem o vinho que decidem, em vez de usar rolhas novas, usar rolhas utilizadas e assim, como as rolhas têm um buraquinho por causa do saca-rolhas, o vinho apanha ar e fica estragado.

Dário, Duarte, Inês Caldevilla, Maria Camila e Miguel

domingo, 6 de junho de 2010

Ramalde com as Crianças - 2

No dia 20 de Maio, a nossa repórter Maria Camila visitou a Assembleia da República, integrada na delegação da Escola João de Deus.

No local, produziu a reportagem que a seguir se apresenta.

Primeiro fomos visitar o gabinete de uma pessoa que era amiga da Dra. Julieta Sampaio.

A seguir fomos visitar a Assembleia completa, antes de almoçarmos.

Na tal visita aprendemos muita coisa, nunca pensei que aprendêssemos tanto com a Assembleia da República.

Eu não consegui perceber qual é a ideia de estarmos na primeira sala e não na segunda. Não dá para vermos nada do que está a acontecer, dá para ver alguma coisa por uns mini ecrãs que temos aqui para ver o que está a acontecer, mas mesmo assim não estamos na sala em que eu pensava que íamos estar já a seguir ao almoço.

Agora uma senhora começou a falar e eu acabei de perceber o que é que está a acontecer e também acabei de perceber o que nós todos estamos aqui a fazer. Estamos a fazer o seguinte, parece que estão duas pessoas a falar para conseguir fazer um texto qualquer depois (penso eu) vamos para o tal sítio. Como eu já disse, aqui tem um pequeno ecrã para vermos o que está a acontecer na outra sala e eu vi o Paulo Portas a falar.

Voltaram a falar, mas isso não é importante. Agora vou ver no tal mini ecrã o que está a acontecer na outra sala.

Agora, alguns meninos estão a fazer perguntas aos deputados. Por exemplo, um menino da escola dos Castelos perguntou a um senhor se ele tinha alguma solução para o desemprego e ele respondeu que não, mas que gostava de ter uma solução e começou a acrescentar umas coisas e disse uma grande resposta.

Chegaram há pouco tempo umas pessoas muito importantes.

Continuamos com as perguntas. Desta vez respondeu um deputado do PS (Partido Socialista).

Continuamos nas perguntas ao Partido Socialista.

A 6ª pergunta foi para a nossa escola, a pergunta foi dirigida também ao Partido Socialista.

Parecia-me que ia haver pouquinhas perguntas, mas já foram muitas mais pessoas do que eu pensava.

Parece-me que estamos quase a ir embora, vai só falar o Presidente Manuel Maio e depois vamos embora assistir àquilo que está a acontecer na outra sala.

Fomos assistir à sessão. Ouvimos os deputados a falar. Eram muito altos. Como eu tenho vertigens fui para a primeira fila.

E por aqui terminou a nossa visita à Assembleia da República. Foi uma boa experiência e espero voltar.

Maria Camila

Ramalde com as Crianças - 1

A Maria Camila foi repórter da Escola João de Deus no RAMALDE COM AS CRIANÇAS, projecto desenvolvido pela Junta de Freguesia e pelas escolas do 1.º ciclo.
O texto que se segue é a sua reportagem da sessão realizada no passado dia 25 de Abril.

Ramalde com as crianças IV sessão

Dia 25 de Abril de 2010

Está cá uma menina que tinha sido presidente da III sessão e começou a dizer uma acta.

Vai haver umas perguntas, a uns políticos e para essas perguntas temos como tempo um minuto e trinta segundos e se já tivermos acabado com os tais um minuto e trinta segundos e depois de já termos gasto o um minuto e trinta segundos ainda podemos ter mais cinquenta segundos se quisermos falar mais.

Já se respondeu a duas perguntas e está um senhor a responder à terceira pergunta.

Já estamos na sexta pergunta.

Há uns minutos o primeiro secretário o segundo secretário e o presidente mudaram de lugar e foram para a mesa principal. Bem, eu acho que já se está a responder à última pergunta, vamos ver se é verdade... não, não, não é verdade. Está a haver muitas mais perguntas do que aquelas que eu imaginava.

Pelo menos já houve para aí mais quatro perguntas do que aquelas que eu imaginava.

Muito bem, agora que eu reparo, as escolas estão por outra ordem, mas mesmo assim estão-se a repetir várias perguntas de várias escolas.

As perguntas nunca mais acabam.

Finalmente as perguntas vão acabar.

Já estamos numa parte em que são os deputados a sério que estão a falar e como tempo têm três minutos.

Acho que já está quase a acabar.

É que eu também acho que está a demorar um bocado.

Eu estou a gostar muito, porque estou a conseguir acompanhar a IV sessão toda, e é assim que eu gosto.

Agora vai haver as propostas de todas as escolas, e eu acho que Aida vai demorar um bocado.

A sessão está para acabar, só vão agora chamar os deputados suplentes e efectivos de cada escola para receberem um diploma.

PS:. É pena os jornalistas não receberem o tal diploma que os deputados efectivos e suplentes receberam. É que o diploma é tão giro!

Maria Camila

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Aprendizagens Novas



Na feira e na Escola Agrícola aprendemos muitas coisas. Vamos dizer o que aprendemos.
A turma dos 25 autores aprendeu novidades sobre o comércio das feiras com animais
As aves, como os patos, eram de criação familiar e a utilidade para os humanos era para a alimentação e o seu preço era um euro.

Havia também outras aves e todas eram de criação familiar. E a maior parte da utilidade para os humanos é para comer.

Sobre os coelhos, eles foram produzidos em Amares em criação familiar, para reproduzir e para alimentação de seres humanos. O seu preço é seis euros. A alimentação dos coelhos é legumes pois é um animal herbívoro e é um mamífero.

Aprendemos coisas sobre os carneiros, que são de criação familiar e que foram produzidos para as serras e campos e a utilidade para os humanos é a sua carne e o seu leite. O preço é de cinquenta a setenta e cinco euros.

O comércio das vacas era de 500 euros. Foram produzidas em Vila Verde, de criação familiar. O seu comércio é frequente pelo leite, que fabrica vários alimentos, e pela sua carne. A razão porque podem vender o touro é pela sua carne e pela produção de bezerros (filhos).

O touro tem um preço quase equivalente ao da vaca mas com o seu peso o preço é mais alto. O touro que estava à venda ainda era criança e, pelos vistos, era mais violento do que o normal dos bezerros.

Na feira havia vegetais tais como alface e couves. Os vegetais, alguns deles, têm terra e raíz porque servem para plantar nas hortas.

A maioria dos objectos da feira são do campo e das quintas. Outras coisas são de calçado e de roupas.

Por exemplo, o mata-frangos foi produzido em Roselas, numa oficina artesanal. Este objecto serve para matar galinhas. Metemos o cone (o objecto) na galinha e cortamo-lhes a cabeça. Custa apenas quatro euros.

As rolhas são fabricadas com a cortiça que vem do sobreiro e que é carregada por sacos grandes que custam 5 euros. As rolhas foram produzidas em Santa Maria da feira.

Há um objecto que serve para proteger a comida dos ratos e das moscas. Esse objecto é feito de rede de metal e de madeira.

Aprendemos muitas outras coisas sobre a Escola Agrícola.

As vacas de lá pesam 600 quilos. Alimentam-se de ração, milho e feno. Comem no máximo oito quilos. Poderiam ser um pouco mais magras.

A utilidade daquelas vacas não era a carne, mas sim o leite. As vacas não pastam e produzem doze litros de cada ordenha mecânica. A produção de leite é realizada por tubos que recolhem o leite que as vacas dão. Mas se as vacas estiverem nervosas é possível que não dêem leite.

Após a nascença de um filho eles são logo alimentados e alimentam-no com muita frequência.

O vinho, na Escola Agrícola, é feito de sumo de uva. Há 20 000 garrafas por ano. A vinha da escola tem o tamanho de 6 campos de futebol.

Os vinhos brancos e tintos são produzidos de diferentes castas. O branco é de casta loureiro e o tinto é de casta vinhão. Na fabricação do vinho, se demorar mais tempo mais qualidade tem.

A cuba é uma máquina que facilita a produção de vinho.

As plantas na Escola Agrícola são muitas, e uma delas é o pimento padrão que é plantado e nós alimentamo-nos do fruto. Outra planta é a tuía que é plantada por estaca.

Nós concluímos que aprendemos coisas que já sabíamos, mas melhor. Também aprendemos coisas que não sabíamos e gostámos muito.


Pedro, Raquel, Sofia Garcez e Tomás Cardoso

domingo, 30 de maio de 2010

A Árvore (e o espelho)

Um texto do nosso «Trampolim» despertou-nos o desejo de conhecermos, na totalidade, este conto de Sophia de Mello Breyner Andersen.
Na semana passada, lemos o livro.
Ficamos emocionados com a beleza do conto «A Árvore», mas mais ainda com o outro que faz parte do mesmo livro e que se chama «O espelho ou o retrato vivo».

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Visita de Estudo a Ponte de Lima



No dia 10 de Maio, nós fomos a uma visita de estudo a Ponte de Lima e aprendemos muitas coisas na feira e na Escola Agrícola.

Vamos ensinar-vos algumas coisas que aprendemos.

Nessa visita de estudo aprendemos várias coisas como, por exemplo, para que é que servem os animais e certos produtos e como se cultivam algumas plantas dentro de estufas.

Nós vimos alguns animais como coelhos, gansos, patos e alguns desses animais serviam para comer e outros serviam para ajudar os humanos (trabalhar).

Aprendemos, na feira, que as rolhas, normalmente, são feitas de cortiça, mas há outras rolhas de plástico que também servem para tapar o vinho.

Alguns dos sapatos que havia na feira eram feitos de couro e nós aprendemos uma técnica para sabermos se os sapatos eram feitos de couro ou de outros materiais diferentes que davam para produzir outro tipos de sapatos (composição).

A gamela é um instrumento que é feito de um tronco e é em forma de uma concha, serve para fazer pão e agora algumas pessoas usam a gamela para enfeitar a casa.

Na feira vimos um “Mata Frangos” que é um instrumento em forma de cone, que na parte de cima tinha um pequeno buraco e esse instrumento servia para matar as galinhas.

Havia um instrumento que servia para tirar e pôr o pão no forno, e esse instrumento normalmente é utilizado pelos padeiros e chama-se pá.

Antigamente não havia frigoríficos e, portanto, utilizavam uma espécie de rede para protegerem a comida dos animais. Quer dizer, para as moscas, os ratos e outros animais não irem comer a comida que as pessoas tinham lá em sua casa.

Lá na feira haviam umas senhoras que arranjavam os guarda-chuvas. Quer dizer, se algum se estragasse, iam lá em vez de o deitarem ao lixo.

Também vimos um pote feito de ferro fundido que tem três pernas e serve para cozinhar várias coisas.

Na Escola Agrícola vimos uma máquina a tirar o leite às vacas, chamada ordenha mecânica.

Havia uma máquina que dava de comer às vacas e cada vaca só comia a quantidade de comida que a máquina lhe dava.

Na Escola Agrícola, quando entramos numa das estufas, vimos uns ramos de plantas que tinham sido cortados dumas árvores e que foram plantados novamente. Essas plantas cresceram novamente e ganharam raízes.

A produção do vinho vem através das uvas. Na Escola Agrícola há umas máquinas que se chamam cubas e servem para fazer a produção do vinho.

E foi isto que nós aprendemos nesta visita de estudo.

Artur, Jorge Micael, Mariana e Sofia Oliveira

O que aprendemos na Visita de Estudo

Este texto é sobre a nossa Visita de Estudo a Ponte de Lima à feira e à escola Agrícola.

Na nossa visita de estudo aprendemos que o pote serve para fazer comida na lareira. A pá serve para virar e depois tirar o pão do forno. A gamela é feita de madeira e serve para amassar e fazer o pão. O mata-frangos, que é feito de metal, serve para matar as galinhas. Mete-se a galinha no mata-frangos, que é tipo um cone, põe-se a cabeça dentro do buraco e corta-se a cabeça com a faca.

Algumas rolhas que vimos na feira serviam para as pessoas que produziam o vinho porem as rolhas nas garrafas. As rolhas são feitas de cortiça, que vem do sobreiro, que é uma árvore.

Uns periquitos, que havia na feira, foram produzidos em Amares e servem para criar. Uns gansos da feira, que foram produzidos em Amares, servem para comer e criar. As cabras da feira foram produzidas em serras e campos, servem para dar carne ou leite. Os patos e galos foram produzidos em Portugal e servem para comer. Os pintainhos foram produzidos em Amares e servem para comer. A vaca foi produzida em Vila Verde e serve para dar carne e leite. Uns patos, que também vimos na feira, foram produzidos em Portugal e servem para comer e criar.

Na feira eles também tinham sapatos. Os materiais de que eram feitos podiam distinguir-se por três partes diferentes, a de fora, a de dentro e a sola. Os sapatos também podiam ser feitos de couro e de outros materiais.

Na escola agrícola aprendemos como se tirava o leite das vacas. Tinham um tubo que puxava o leite das vacas e levava o leite para um garrafão onde as pessoas tiravam o leite. Nós vimos umas vacas na escola agrícola que tinham pêlo, comiam milho, feno e ração. Pesavam mais ou menos 600kg, o máximo de comida que as vacas comiam era 8kg.

Na escola agrícola havia uma adega que era onde se produziam 20000 garrafas de vinho por ano. Eles produziam vinho branco e vinho tinto.

Havia três estufas. A primeira estufa tinha plantas que ainda estavam a crescer. A segunda tinha tomateiros. A terceira tinha vários ramos com pouquinhas folhas que estavam todas em terra a ganhar raízes.

Diogo, Luísa, Elsa e Inês Costa

quinta-feira, 27 de maio de 2010

PONTE DE LIMA

Nós, no dia 10 de Maio, fomos a uma visita de estudo a Ponte de Lima, onde estivemos numa feira e numa Escola Agrícola.

Nós fomos a uma feira onde tinha muita coisa.
Tinha pintos produzidos em Amares que serviam para comer e o preço eram três euros. Havia cabras e ovelhas que foram produzidas no campo e nas serras. A cabra servia para comer e dar leite e as ovelhas dão lã e podemos comê-las e custam de cinquenta a setenta e cinco euros. As vacas foram produzidas em Vila Verde, serviam para comer e dar leite e custavam quinhentos euros. Também tinha pombas e canários para estimação e decoração.

Na feira nós vimos uma taramela que era tipo um cata-vento e tinha uns ferros na parte de trás para que, quando estivesse vento, os ferros batessem e assustassem os pássaros.

A gamela é um objecto de madeira, redondo, um bocado baixo, que serve para fazer pão.

Havia na feira uma pá que servia para tirar e pôr o pão no forno e também servia para não nos queimarmos.

Numa parte da feira havia um objecto, chamado mata-frangos, que servia para matar galinhas. Põe-se a cabeça da galinha na parte mais pequena e corta-se a cabeça da galinha.

Havia um pote preto que servia para aquecer a sopa.

Havia também, na feira, um galo de metal que indicava os pontos cardeais.

Tinha rolhas feitas de cortiça para tapar o vinho. A cortiça vem de uma árvore chamada sobreiro.

Também fomos a uma Escola Agrícola.

Nas estufas havia tomates e pimentos padron. Também fomos ver plantas. Houve algumas que foram raminhos tirados de uma ou duas árvores que se chamam cedros. Estavam na estufa para ficarem com raízes.

Havia uma mulher que estava a pôr plantas na terra e por isso percebia-se que a senhora era uma agricultora.

Também vimos tirar o leite às vacas.

Havia também uma parte em que fomos ver como se fazia o vinho. Nas adegas as uvas eram esmagadas e iam para uma máquina que fazia a parte da fermentação. A fermentação eramais ou menos assim: o açúcar da uva era misturado na barriga de uns bichinhos que depois fazem o álcool.

Na feira aprendemos muitas coisas e na Escola Agrícola também.

André, Cristiano, Francisco e Mafalda

VISITA DE ESTUDO A PONTE DE LIMA

No dia 10 deMaio de 2010, fomos a Ponte de Lima ver a feira e aprender coisas sobre o que havia lá. Também fomos à escola agrícola ver os animais e as plantas que havia lá.

Começamos por ir à feira que tinha animais e vimos muitas coisas mais.

Nós aprendemos que as vacas vieram da serra e do campo. As pessoas aproveitavam o leite delas para fabricar mais tarde queijo ou outras coisas e as vacas custavam 500€.

Vimos periquitos que estavam numa gaiola, alimentavam-se de misturas para periquitos e as utilidades para os humanos são os ovos que dão um filho da mesma espécie.

O ganso dá ovos, e dos ovos nascem animais da mesma espécie.

A seguir fomos para o sítio onde estavam à venda objectos variados.

A gamela serve para fazer a massa do pão. Também vimos o mata-frangos que serve para matar as galinhas. Tem o formato de um cone e a parte de cima tem um buraco e de baixo também. Na parte de cima mete-se a cabeça e depois corta-se o pescoço.

A seguir vimos a pá, que é um objecto de madeira que tem na ponta uma parte redonda para pousar a massa do pão e depois pôr ao forno sem se queimar.

O sulfatador é um objecto que serve para pôr os pesticidas e os herbicidas nas plantas para os bichos não irem para lá.

Depois da feira, fomos à escola agrícola, onde vimos plantas e animais.

Na Escola Agrícola a primeira coisa que vimos foi as estufas e as plantas ao ar livre. A primeira estufa tinha plantas ainda muito pequenas, a segunda tinha algumas folhas de alface, a terceira estufa tinha feijão e a quarta tinha pimentos padrón.

Vimos vacas que produziam muito leite.

Em vez de ordenhar com as mãos, ordenhavam com máquinas. Haviam tubos que depois se ligavam para uma coisa grande de ferro.

Nós aprendemos coisas sobre os animais na feira e as coisas sobre os objectos. Também aprendemos coisas na escola agrícola sobre animais e plantas.

Tomás Leal, Alexandra, Alexandre e José Miguel

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Pensamentos

Se pensares muito bem

Compreenderás o vento

A frescura do seu olhar

No bom momento

A luz que ilumina a alma

E a arranca e a guarda

Na sombra do olhar

Debaixo da luz do luar

A melodia maravilhosa

Que toca no ouvido

Com dedos mágicos

Que sentes e ouves, ouves

Mas o melhor é o desenho

A imaginação e a escrita

Mal posso esperar

Por outra visita

Raquel

sábado, 22 de maio de 2010

O Menino Que Não Gostava de Ler

Na semana passada, por proposta do Francisco, lemos este livro, de Susanna Tamaro.
Mais uma vez, divertimo-nos lendo.
Esta obra é mesmo sobre a descoberta do prazer de viver aventuras navegando na leitura.