quinta-feira, 31 de janeiro de 2013


Visita de estudo ao Centro de Ciência Viva de Vila do Conde




As turmas do 6ºA e do 6ºB realizaram uma visita de estudo ao Centro de Ciência Viva de Vila do Conde onde viram uma exposição sobre o sangue.
       

Esta visita estava dividida em quarto partes:

1ª Parte

Em primeiro lugar fomos até uma sala onde vimos um vídeo sobre o sangue.

2ª Parte

Depois fomos até um sítio que tinha vários jogos relacionados com a alimentação e com a energia gasta pelo ser humano.
 


3ª Parte

A seguir fomos até um laboratório onde fizemos várias experiências e onde nos ensinaram a constituição do coração.

4ª Parte

Em último lugar fizemos uma “viagem dentro de uma artéria”. Foi aqui que aprendemos mais coisas.


                    

Nós gostámos muito desta visita de estudo, esperamos voltar ao Centro de Ciência Viva mais vezes e visitar novas exposições.














Texto realizado por: Luísa Maruny, 6ºA

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012



                                                                 Eu salvei o Natal!




Era sempre igual, todos os anos - as canções de Natal, o azevinho pela casa, o cheiro a peru recheado, pessoas carregadas de embrulhos estrelados ou às bolinhas e alegria. Nada faltava na cidade onde eu moro.
Visto que estávamos em férias de Natal, eu e os meus amigos planeámos encontrar-nos na rotunda. Para não fazer má figura, usei as minhas luvas preferidas e o meu gorro vermelho e, pelas ruas cheias de segredo e enfeites, fui até lá.
Começámos por jogar à bola e o pior dos desastres aconteceu! A bola parou mesmo à porta de um velho sem nome. Não é que ele não tivesse um nome! Simplesmente, nunca se dignou a dizê-lo.
Esse velho não era um idoso qualquer. Não era como o avô e a avó que nos esperam sempre com um sorriso e um enorme presente! Na verdade, ele odiava esta época. Fechava as suas portas às canções de Natal ou a qualquer coisa relacionada.
Como por instinto, a Cátia e o Hugo afastaram-se e olharam para mim como quem diz “Tu atiraste a bola! Vai tu buscá-la”. Felizmente, um salvador apareceu. O Pedro foi ter comigo para me ajudar a ir buscar a bola (eu sabia que ele não se tinha rendido aos medricas!).
Fomos buscar a bola e… inacreditável. Quem lá estava não era o velho sem nome, mas sim o Pai Natal. Sim! Esse mesmo! O simpático de barbas brancas…
Parecia preocupado. Estava, pelo que parecia, a falar com um duende. Mesmo estando a observar a cena pela janela, consegui ouvir a conversa, e, pelos vistos, tinham um problema. A oitava rena estava doente!
Decidi entrar e, tanto o duende como o Pai Natal ficaram sobressaltados. Depois de muitos olhares, o Pai Natal disse, ajeitando a longa barba:
- As crianças cada vez ficam mais espertas! Neste momento, a minha fábrica de brinquedos já está muito exposta e, para não atrair atenções, terei de ficar aqui disfarçado de velho avarento.
-Realmente, é uma boa ideia! Mas, Senhor Pai Natal. Não deixei de reparar no problema!- respondi.
- Pois – disse o duende- a oitava rena está deveras doente e, se não fizermos nada, o Natal terá de ser adiado até que a rena melhore!
- O Natal? Mas isso não pode ser! Onde está a rena? – questionei.
- A rena está na fábrica de brinquedos- disse o Pai Natal.
- Já sei! – exclamei - E se fôssemos lá para resolver o problema?
 Lá fomos nós! Apesar de o trenó andar mais rápido do que parece, foi divertido.
A fábrica era muito gira. Tinha campos de bengalas doces, imensos duendes, uma grande lista de meninos bem comportados, um gabinete para o Pai Natal e até a Mãe Natal eu conheci.
Fui ter com a rena e percebi tudo. Ela tinha saudades da família. Parece que não, mas a alegria de dar prendas não consegue ser mais forte do que a saudade.
- E se ela viajar acompanhada com os pais? Talvez dessa forma a sua tristeza desapareça.
O Pai Natal aceitou e levou-nos a casa.

Podem não acreditar, mas eu salvei o Natal.
De repente, acordei! Tinha sido um sonho!
 Mas, se calhar…
Por mais estranho que pareça, no dia seguinte, o velho sem nome piscou-me o olho.
 E, no dia de Natal, em vez de oito, dez renas cortavam o céu. Nessa noite, as estrelas sorriam para mim.
                    
                                                                                                                  Raquel Duarte, 6ºB

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012



Natal Especial !

 

Neste dia especial

Nasceu o Salvador,

Para nos dar

Paz e amor.

 

Jesus nasceu

Num estábulo pequenino.

E muitos foram louvar

Este pobre menino.

 

Os três Reis Magos

Guiados pela estrela

Chegaram a Jesus

Para dar as suas prendas.

 

O Pai Natal e os duendes

Trazem os presentes,

As renas guiam o trenó,

E o velho barbudo,

Come o pão de ló!

 

Lá fora cai a neve,

Vão todos brincar

Para mais tarde

A árvore enfeitar.

 

Antes de jantar,

Todos cantam felizes,

As músicas do Natal,

Que é tão especial!

 

Bacalhau e rabanadas,

Não podem faltar.

As meias penduradas,

Com as chamas a saltar.

 

Neste dia especial,

Todos vamos louvar

Jesus, o Deus menino.

E, a ele, vamos rezar!

 

No nosso presépio

Não podem faltar,

Pastores e ovelhas,

Muitos anjos a cantar.

 

No final desta noite,

Estão todos contentes.

Porque finalmente,

Se vão abrir os presentes!

 

Mariana Meireles Ferreira da Silva nº 16 6ºB

 

terça-feira, 20 de novembro de 2012


Os sentimentos

Há muito, muito tempo, quando já existiam os animais mas não os seres humanos, os animais falavam, o planeta Terra era oval, a terra era toda unida e a água ficava em volta. Nesta terra, passava um rio que a dividia em duas partes: a Terra do Norte e a Terra do Sul.                                                

Na Terra do Norte era tudo alegre e mágico e o rei era muito sábio.

Na Terra do Sul era tudo triste e sombrio, o rei não gostava de nada e era cheio de mágoas.

As duas terras viviam sempre em guerra, porque uma queria que tudo fosse alegre e a outra dizia que tudo tinha que ser triste.

Até que, um dia, o rei sábio disse a um casal de macacos que era muito seu amigo:

- Eu fiz esta poção para vocês beberem e, quando tiverem um filho, ele será muito forte e nos fará vencer a guerra.

Quando nasceu o bebé, via-se que era uma criança diferente, na imagem e na postura. Os pais deram-lhe o nome de Ser Humano.

Quando o menino era jovem, a mãe morreu e ele passou o dia chorando de tristeza. Foi, então, expulso para a outra terra.

Lá, ele se apaixonou, casou, teve filhos e pulou de alegria!

Ele construiu uma ponte no rio, ligando a tristeza com a alegria. Assim, se misturaram os sentimentos e o planeta não viveu mais em guerra.


Maria Cristina de Queiroz Yunes, no. 19, 6 o. A

quarta-feira, 31 de outubro de 2012



Já estamos no 6º ano...



Continuaremos a publicar as nossas histórias e trabalhos!


Fiquem atentos...


quinta-feira, 28 de junho de 2012


Já começaram as férias de Verão...

Não podíamos deixar de desejar umas ótimas férias a todos os que seguem este blogue....

Acima de tudo, um abraço enorme aos alunos das turmas 5º A e B que trabalharam todo o ano letivo para animar esta página com os seus trabalhos e comentários!

Beijinhos e abraços de todos os professores...

APROVEITEM AS....


 

Um beijinho grande para todos.

Professoras Dora Oliveira e Sara Salgado...Muitas felicidades : )

sexta-feira, 20 de abril de 2012

História do impossível

Estava um macaco a comer uma castanha
E um leão a fazer lasanha.

Estava um gato na escola
E um papagaio a tocar viola!

Estava um peixe no cabeleireiro
E um cão a fazer de pasteleiro.

Estava uma minhoca a ler o jornal
E um lagarto a pintar um pardal.

Agora, que o meu lápis está a acabar,
Esta história tem de terminar!

Leonor, nº18 5ºA

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Dia da Floresta


Estou a celebrar

O Dia da Floresta,

Com um balão

Feito de Giesta.          



Plantei uma árvore                                                         

Duas e três                                                                   

Quatro roseiras                       

E mais uma vez .                                                            



Dos pinheiros aos carvalhos, 

Isto é que é festejar

Brincadeiras com Árvores

Até para cantar.



Fomos para o Interior

Apanhar laranjas,

Limões, maçãs 

E também toranjas.



Muitas folhas   

Estivemos a ver.  

Fizemos decalques  

Não são para ler!    



Enchemos de água os rios

Para sobreviverem,

Com sais minerais

Para as raízes absorverem.



Em muitos países

Começou-se a festejar.

Da China à Austrália

Até nas ilhas do mar.



Agora este dia

É super famoso.

Até no espaço

Num planeta guloso.



O aquecimento global

Desapareceu totalmente.

Milhares de caracóis

Aplaudiram lentamente.



A camada de ozono

Também melhorou.

O ultravioleta

Nunca mais voltou.



Gosto deste dia 

Não vou esquecer.

Se não, seria pena

Para quem está a ler.



Viva a Árvore!

Merece respeito.

É como se fosse

Um amor do peito.



E assim acaba

A nossa história.

Ela é lembrada

Pela nossa memória.



Cristiano Costa, N.º5 5ºB

terça-feira, 27 de março de 2012

Aqui estão algumas fotos da nossa visita de estudo ao Centro de Interpretação de Aljubarrota e ao Mosteiro da Batalha...




E, antes de partir, o lanche...

sexta-feira, 23 de março de 2012


No dia 21 de março, comemorámos o Dia da Floresta e o Dia da Poesia!

Estes foram alguns dos trabalhos que realizámos.



sexta-feira, 9 de março de 2012

Solidariedade e cooperação

Olá, eu sou a Maria! Mas não pensem que sou como era antes.

Agora, já aprendi a ser solidária e a ajudar os outros. Querem saber como? Eu vou contar:

Eu vivia numa casa muito luxuosa com os meus pais e a minha irmã mais velha – Ela tinha todos os direitos e eu achava-me inferior.

Eu odiava que ela me tratasse assim. Então, achei que se ela tinha o direito de me tratar mal, eu também tinha o direito de fazer isso aos outros.

Desde aí, tornei- me outra pessoa.

- Uma pessoa má, sem coração. Nessa altura, eu não percebia, mas estava a perder todos os meus amigos e até algumas pessoas da minha família começaram a não gostar das minhas atitudes.

Continuei a minha vida sempre muito sozinha e infeliz.

Um dia, recebi dos meus pais uns bilhetes de avião para ir de férias ao Brasil.

Chegou o dia! Fui para o aeroporto, entrei no avião e sentei-me ao lado de um rapaz com um ar simpático, mas pobre. Usava calças velhas, camisola em farrapos e um cachecol que lhe cobria o pescoço. Apesar de tudo, era muito sorridente e parecia quer ser meu amigo. Disse-me olá e anunciou que se chamava António. Eu disse-lhe o meu nome e comecei a falar-lhe da minha luxuosa casa e das riquezas que tinha.

Ele, pelo contrário, respondeu que tinha uma casa pobre sem riquezas.

O António tinha ganho uma bolsa de estudo por ser o melhor aluno da escola. Como prémio recebera a viagem e a estadia num campo de férias.

Comecei logo a achar que ele era inferior e a comparar-me com ele. Para meu espanto, ele não argumentou, apenas disse que o mais importante era ser solidário e amigo de todos.

Fiquei imóvel a olhar para ele e ripostei que o que ele dizia não fazia qualquer sentido.

Quando a viagem acabou, sai do avião e fui para o campo de férias que, por acaso era o mesmo do António. Quando lá cheguei, foram todos ter comigo e com o António para nos dar as boas vindas.



Passados alguns dias, as pessoas começaram a chegar-se e a falar mais com o António do que comigo. Lembrei-me do que ele me dissera no avião e comecei a aperceber-me que o que ele tinha afirmado podia ser verdade. Todos os dias eu e o António íamos ao café e eu reparei que, mesmo sendo pobre, ele dava sempre uma gorjeta aos empregados-mesmo que fosse pouco.

Um dia, ele pediu um café e o senhor disse que não precisava de pagar, mas não fez o mesmo comigo. Lembrei-me de novo do que ele me disse no avião e pensei novamente… ele podia ter razão!

No campo de férias, em cada aniversário, fazia-se uma festa. No aniversário do António estavam muitas pessoas queridas e simpáticas, que só queriam o bem dele.

Quando chegou a vez da minha festa só havia pessoas ricas e interesseiras.

Voltei a recordar a conversa com o António e decidi melhorar e tentar ajudar os outros.

 No dia seguinte, passei por um mendigo que estava a pedir esmola e pensei no que faria o António - dei-lhe a esmola. Nesse momento, percebi que ser solidária era a melhor opção.

Após este acontecimento, fui contar ao António a opção que tomei. Ele, devolveu-me um olhar sorridente, e deu-me os parabéns.

A minha vida de hoje mudou com a opção que o António me ajudou a escolher e digo-vos - vivo muito melhor assim!

Quanto à minha irmã, fui eu que a ensinei a ser melhor, mas isso já é outra história!



Fica para a próxima…
Margarida e Luísa, 5ºA


sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012



Aqui estão algumas das bandas desenhadas que fizemos...

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

A branca como a neve e os três amigos de Natal

Num dia muito frio nasceu uma menina que, pela sua pele esbranquiçada, tinha o nome de “Branca de Neve”.




A pobreza da pequena era visível nas suas roupas, a ponto de todos os habitantes fazerem comentários sobre ela. Um dia, aconteceu uma grande tragédia: os seus pais morreram num grave acidente de carro. Triste, sentiu-se completamente perdida e sozinha, sem dinheiro para se alimentar.



Na semana anterior ao Natal, ela arranjou trabalho na casa do homem mais rico da cidade. Dedicado aos negócios, o patrão mal tinha tempo para os seus três filhos. Então, nomeou a linda Branca de Neve responsável pelas crianças.



Era véspera de Natal! Todos andavam numa agitação contagiante com a decoração e os presentes. Branca de Neve sabia que de nada lhe valia gastar tinta de caneta para escrever uma carta ao Pai Natal. Achava ela que ele estava tão ocupado com os meninos ricos, que não a ouviria.



Na última folha do seu diário escreveu: “ Querido diário hoje não posso escrever tudo aquilo que sinto porque as folhas terminam agora. Não tenho mais onde escrever….”. Correu uma lágrima pela sua face.



Atrás da porta do seu pequeno quarto, os meninos escutaram e lamentaram pela pobre menina triste.



No dia de Natal, convidaram a Branca de Neve para se sentar com eles à mesa. No início, recusou porque achava não ter roupa adequada para tal jantar, inventando uma desculpa sem sentido à família à qual dedicava os seus dias.



No dia de Natal, isolou-se no quarto. Queria que tudo voasse rápido e que o ano novo chegasse para esquecer este ano. Adormeceu por algumas horas. Acordou assustada com o chilrar de um passarinho que espreitou na sua janela. Olhou por esta e perdeu de vista a cidade iluminada… Sorriu de felicidade, uma felicidade que durou ao ver os seus pequenos com um lindo vestido colorido.



- Vem connosco, por favor- imploraram os meninos.



A Branca de Neve vestiu rapidamente o seu único vestido e partilhou o momento de abrir as prendas com o seu patrão e a restante família.



Foi este o maior presente de Natal - a amizade daquela família. Sem dúvida foi o melhor de sempre.




Rita Nunes, nº21 5ºA

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Raquel na época medieval

 Hoje, fui para a escola muito sossegada. Quando lá cheguei, qual não foi o meu espanto! Estava fechada! Voltei para casa, mas depois lembrei-me que o meu avô não estava lá, porque tinha ido trabalhar. Então, resolvi ir ter com ele.
 Quando cheguei fui logo contar ao meu avô o sucedido. Ele ficou estupefacto (porque não tinham dito nada), mas ao mesmo tempo contente por eu ir passar o dia com ele.
Sentei-me numa cadeira em frente à prateleira onde o meu avô guardava os sapatos que tinha para arranjar.
De repente, um dos pares de sapatos caiu e eu fui apanhá-los.
Quando peguei neles, começaram a brilhar e eu nem hesitei em calçá-los.
Depois de os calçar, começou tudo a ficar branco e a girar. Adormeci e, quando acordei, já não estava na sapataria.
O que eu via eram pessoas a andar a pé, cavalos, carruagens e gente a vender comida em troca de moedas esquisitas que eu não conhecia.
Vi uma senhora a olhar para mim e a vir na minha direção. Perguntou o meu nome e convidou-me para ir a casa dela. Eu aceitei, pois ela tinha duas filhas muito bonitas chamadas Sofia e Beatriz. Mal as vi, comecei logo a brincar com elas.
Todavia, quando cheguei a casa da senhora, a primeira coisa que reparei, foi que a mesma era muito pequena. Pouco depois, fui-me embora. Comecei a caminhar sem rumo só para ver se sabia onde estava. De repente, senti uma coisa a cair. Era o meu livro de História, que se abriu mesmo na página da época medieval. Havia imensas imagens que coincidiam com o sítio onde eu estava.
Até pensei que estava a ler mal e, por dois segundos, duvidei de mim mesma.
Tive de me beliscar para perceber que era verdade. Depois, comecei a questionar-me sobre como tinha ido lá parar, mas percebi que tinha sido devido aos sapatos.
Tentei tirá-los, mas estavam presos. Olhei para trás, vi uma velhinha e pensei que ela podia ajudar. Então, fui ter com ela. Ela olhou para mim e disse:
- Vai sempre em frente, até chegares ao castelo preto. Cuidado com as armadilhas!
Olhei para ela e fiz o que me disse. Andei quilómetros sem fim, até que cheguei a um castelo majestoso mas, ao mesmo tempo, sombrio e assustador. Quase fiquei com um torcicolo, só de olhar!
Entrei e vi muitos morcegos e objetos muito grandes. Parecia que, lá dentro, vivia um gigante. Fiquei muito assustada. Afinal, na época medieval não devia haver gigantes, não acham?
Continuando... ele ouviu-me chegar e apareceu do nada. Tinha olhos vermelhos, mais de quarenta metros, e uns pés e boca enormes. Era tão assustador, que mal o consegui olhar nos olhos. O meu corpo tremia compulsivamente e não conseguia parar. Ele foi simpático comigo e até ficamos amigos.
Ele ajudou-me a tirar os sapatos e eu voltei para a sapataria. Contei tudo ao meu avô, mas ele não acreditou!  

Raquel, nº21    5ºB

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Ano Novo Vida Nova... Escola Nova...

O quinto ano já começou e nós vamos continuar com o nosso Blog...

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Um novo ciclo

Hoje, os autores deste blogue iniciam as suas aulas no 5.º ano e, como todos estamos na escola Clara de Resende,  continuaremos a encontrar-nos, regularmente, nas duas escolas do nosso agrupamento.
Não há despedidas!
O que há é a enorme alegria de todos termos vivido com sucesso a etapa do 1.º ciclo e termos crescido (em todos os aspectos) para iniciarmos este novo ciclo.
Vamos vivê-lo com o mesmo sentido da responsabilidade e da partilha, para que, do esforço de cada um, se construa o sucesso de todos.
Certamente o nosso «25 autores» deixará de publicar novos artigos, mas continuará a poder ser lido, relido aqui.
A conta de correio eletrónico da turma 13mais11@gmail.com continuará aberta para qualquer contacto com o professor e para publicação de comentários a todos os artigos do blogue.

terça-feira, 21 de junho de 2011

A Volta ao Mundo em 48 Horas

Num navio pronto a partir:

- Quem é o senhor? - perguntou o rapaz.

- Sou a pessoa que vais querer saber depois da viagem – disse o capitão.

- Qual viagem?

- A volta ao mundo em quarenta e oito horas!

- Volta ao mundo? Em 48 horas? Espere aí, quem disse que ia no barco?

- Ora essa, disseste tu!

- Bem, então há comida?

- Olha, no sétimo andar tem telescópios e uma praia sintética. No sexto andar é o lugar dos namorados, onde as pessoas podem casar, como foi o caso da Raquel e o Micael. No quinto andar há diversões, jogos e outras coisas. No quarto andar é a sala das massagens e descanso. No terceiro andar é o pavilhão desportivo. No segundo andar são as suites de cinco estrelas do tamanho de uma pequena casa. No primeiro andar há piscinas, campos de futebol, basquetebol, um court de ténis e outras coisas.

- Óptimo!

- Já podes explorar o barco! Ah! A tua suite é a número vinte e cinco – exclamou o capitão que foi com ele explorar o barco. Entretanto a mãe soube onde o filho se metera e então ligava-lhe todos os dias.

No jacuzzi:

- Ah! Isto sim, isto é que é vida! Enfim, vou sair do jacuzzi e vou para a minha suite! – disse o rapaz, e quando lá chegou o capitão disse:

- Alerta vermelho! Alerta vermelho! A estibordo um megalonte, o antepassado do tubarão branco. O caça-baleias, vamos pescá-los com o nosso isco em forma de baleia e depois coloquem-no no nosso aquário de 10000000000000000000000000000000000000000000000000000000000m3 mas não o deixem comer ninguém. Ah, ah, ah!

E lá puseram o megalonte no aquário de 100000000000000000000000000000000000000000m3 e o rapaz foi ao seu mapa digital captando pelo satélite. Viu uma coisa a dizer “TITANIC TITÃ vai passar o Cabo da Boa Esperança” e gritou:

- O TITANIC é este barco! Salve-se quem puder. Vamos chocar contra um iceberg!



- Nada disso, isso era o antigo TITANIC, que se afogou no Mar do Norte. Bem, é este, só que muito mais melhorado, até já corta o gelo. E não se chama TITANIC, chama-se TITANIC TITÃ, usa-se a palavra TITÃ quando é muito mais resistente e melhorado. – disse o capitão – É versão dois!

Quando estavam no Mar da China encontraram o KRAKEN e o capitão exclamou:

- O KRAKEN! O polvo gigante, vamos apanhá-lo e a tripulação que o ponha num aquário muito maior.

A tripulação pôs o KRAKEN num aquário de 1000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000m3.

- Já passaram trinta e sete horas, capitão!

- Então, ninguém iria notar uma batota. Vamos usar a nossa máquina do tempo, não vamos ficar sem as nossas criaturas, nem vamos para o ponto de partida, vamos pôr o tempo para trás.

 E continuaram e continuaram o caminho.

Quando estavam perto de Creta viram o Rei Neptuno e prenderam-no num aquário de 900000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000000m3.

E continuaram a dar a volta ao mundo e quando estavam no oceano pacífico, quando estavam perto de uma ilha quase desabitada, viram uns macacos a jogar o mata com cocos como se fosse uma guerra e alguns passageiros do navio jogaram com eles. Como empataram fizeram obras no barco.

As obras foram que na cave que se situava debaixo do parque de estacionamento montaram um SPA!

No fim da viagem o capitão disse ao rapaz:

- Eu, eu sou o teu p, p, p, pai!

Voltaram para casa e viveram felizes para sempre!

JORGE MICAEL