sábado, 30 de janeiro de 2010
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
SERAFIM E VENCESLAU - 4
Nós fizemos este teatro no dia 22 de Janeiro de 2010.
As pessoas que nos ajudaram eram duas e chamavam-se Clara e Jorge.
Não fazíamos a mínima ideia de que, em vez de decorarmos, tínhamos um leitor onde estava tudo gravado num CD e só tínhamos de mexer numas personagens que eu vou dizer quais eram.
As personagens eram Venceslau, Serafim, uma gaivota chamada Maruja e outra gaivota chamada Carlota, a avó, um cão e um gato.
Nós tínhamos de estar os maiores atrás e os menores à frente.
Nós tínhamos de segurar nas coisas. Os de trás tinham de segurar numas casinhas, depois os da frente tinham de pôr uns chapéu com flores e alguns seguravam nas personagens. Depois os da frente tinham umas muralhas e quando começava a dar uma música eles davam as muralhas a dançar para os de trás e os de trás passavam para os meninos ou meninas que estavam escondidos.
Inês Costa
As pessoas que nos ajudaram eram duas e chamavam-se Clara e Jorge.
Não fazíamos a mínima ideia de que, em vez de decorarmos, tínhamos um leitor onde estava tudo gravado num CD e só tínhamos de mexer numas personagens que eu vou dizer quais eram.
As personagens eram Venceslau, Serafim, uma gaivota chamada Maruja e outra gaivota chamada Carlota, a avó, um cão e um gato.
Nós tínhamos de estar os maiores atrás e os menores à frente.
Nós tínhamos de segurar nas coisas. Os de trás tinham de segurar numas casinhas, depois os da frente tinham de pôr uns chapéu com flores e alguns seguravam nas personagens. Depois os da frente tinham umas muralhas e quando começava a dar uma música eles davam as muralhas a dançar para os de trás e os de trás passavam para os meninos ou meninas que estavam escondidos.
Inês Costa
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Alunos das turmas A e B, do 6º Ano da Escola Clara de Resende
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15:44
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SERAFIM E VENCESLAU - 3
Nós, no dia 22 de Janeiro, apresentámos uma peça de teatro chamada “Serafim e Venceslau” no ginásio da escola.
Tínhamos um boneco chamado Serafim, que era a personagem principal, depois vinha a avó que lhe deu um bom conselho: ir ter com o Venceslau. Depois apareceu a Carlota, uma gaivota amiga da avó, e depois a Maruja, que era outra gaivota amiga da Carlota, que andava sempre no mar e que estava de visita ao Porto.
Para ensaiarmos precisámos de dois dias.
Para ensaiarmos precisámos de dois dias.
Não houve problema em decorar as falas porque estava tudo gravado num CD. Para perceber os gestos foi preciso algum tempo. Quando era a entrada dos mais pequenos também foi fácil.
Quem nos ajudou foi um senhor chamado Jorge e uma senhora chamada Clara que em dois dias nos ensinaram tudo.
Os sete da frente ficaram envergonhados porque no fim pusemos todos uns chapéus com flores.
O Serafim e os amigos viram a Câmara Municipal, a Torre dos Clérigos, os azulejos da Estação de S.Bento, a estátua da Menina Nua, a estátua de D.Pedro IV e a estátua de Almeida Garrett.
André
Os sete da frente ficaram envergonhados porque no fim pusemos todos uns chapéus com flores.
O Serafim e os amigos viram a Câmara Municipal, a Torre dos Clérigos, os azulejos da Estação de S.Bento, a estátua da Menina Nua, a estátua de D.Pedro IV e a estátua de Almeida Garrett.
André
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Alunos das turmas A e B, do 6º Ano da Escola Clara de Resende
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15:37
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SERAFIM E VENCESLAU - 2
Na sexta-feira, na escola, os meninos do 3.º D fizeram um teatro.
Tocou a campainha à 14 horas para as turmas todas verem o nosso teatro.
Eu acho que se este espectáculo fosse avaliado de zero pontos a cinco pontos, eu punha quatro pontos porque quando tínhamos que dizer «Seraficas és medricas» a fila da frente ficou mais ou menos calada.
Nós fizemos o teatro no ginásio da escola para as turmas todas.
O que eu gostei mais foi quando o cão e o gato andaram a discutir e quando era para pôr os vasos de brincar na cabeça e os meninos do público também se riram.
Eu senti-me envergonhado mas gostei de fazer o teatro.
Dário
Tocou a campainha à 14 horas para as turmas todas verem o nosso teatro.
Eu acho que se este espectáculo fosse avaliado de zero pontos a cinco pontos, eu punha quatro pontos porque quando tínhamos que dizer «Seraficas és medricas» a fila da frente ficou mais ou menos calada.
Nós fizemos o teatro no ginásio da escola para as turmas todas.
O que eu gostei mais foi quando o cão e o gato andaram a discutir e quando era para pôr os vasos de brincar na cabeça e os meninos do público também se riram.
Eu senti-me envergonhado mas gostei de fazer o teatro.
Dário
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Alunos das turmas A e B, do 6º Ano da Escola Clara de Resende
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SERAFIM E VENCESLAU - 1
A experiência de fazer o teatro “Serafim e Venceslau”.
Foi cá na escola João de Deus que a nossa turma fez o teatro de “Serafim e Venceslau” e apresentámos ao resto da escola.
Quando os encenadores nos ensaiaram, havia uns meninos que ficavam à frente, sentados. Havia outros que ficavam no meio, de pé, e também havia uns que ficavam atrás dos do meio para lhes chegarem as coisas como, por exemplo, uns azulejos de plástico iguais aos da estação de S. Bento e umas folhas de plástico que eram para fazer de Venceslau. Também chegavam as gaivotas, o gato e o cão.
No teatro não era preciso decorar falas porque as falas já estavam no gravador. As pessoas que estavam a fazer o teatro só tinham de mexer os bonecos para dar a sensação de que eram eles que falavam, mas não. Estava tudo gravado no CD.
Foi cá na escola João de Deus que a nossa turma fez o teatro de “Serafim e Venceslau” e apresentámos ao resto da escola.
Quando os encenadores nos ensaiaram, havia uns meninos que ficavam à frente, sentados. Havia outros que ficavam no meio, de pé, e também havia uns que ficavam atrás dos do meio para lhes chegarem as coisas como, por exemplo, uns azulejos de plástico iguais aos da estação de S. Bento e umas folhas de plástico que eram para fazer de Venceslau. Também chegavam as gaivotas, o gato e o cão.
No teatro não era preciso decorar falas porque as falas já estavam no gravador. As pessoas que estavam a fazer o teatro só tinham de mexer os bonecos para dar a sensação de que eram eles que falavam, mas não. Estava tudo gravado no CD.
Artur
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Alunos das turmas A e B, do 6º Ano da Escola Clara de Resende
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
A visita de estudo dos anões - 2
Era uma vez a escola dos anões, mas aqueles anões eram muito pequeninos, mas muito pequeninos e foram a uma visita de estudo ao intestino delgado.
Entraram pela boca, foram pelo esófago e chegaram ao estômago. O anão perguntou à professora:
- Temos que fazer esta viagem?
E a professora respondeu:
- Claro!
Eles ficaram três horas à espera e quase que se afogaram, por causa do quimo. Foram para o intestino delgado e a professora disse:
- Já chegamos ao intestino delgado.
Depois um anão perguntou:
- E agora a separação?
E a professora disse:
- É a separação e nós vamos para o intestino grosso.
E a separação aconteceu.
E um anão perguntou:
- E nós agora vamos para o intestino grosso?
E a professora disse:
- Sim.
Depois demorou muito tempo e um anão disse:
- Vamos sair pelas fezes não é?
E a professora disse:
- Já estamos quase a sair!
- Parece-me que já estamos a sair e não parece ser muito agradável!
E disse outro anão:
- Que nojo, como é que vamos para a escola, se vamos pelo cano abaixo?
E a professora disse:
- Voltamos a pé.
Inês Caldevilla
Entraram pela boca, foram pelo esófago e chegaram ao estômago. O anão perguntou à professora:
- Temos que fazer esta viagem?
E a professora respondeu:
- Claro!
Eles ficaram três horas à espera e quase que se afogaram, por causa do quimo. Foram para o intestino delgado e a professora disse:
- Já chegamos ao intestino delgado.
Depois um anão perguntou:
- E agora a separação?
E a professora disse:
- É a separação e nós vamos para o intestino grosso.
E a separação aconteceu.
E um anão perguntou:
- E nós agora vamos para o intestino grosso?
E a professora disse:
- Sim.
Depois demorou muito tempo e um anão disse:
- Vamos sair pelas fezes não é?
E a professora disse:
- Já estamos quase a sair!
- Parece-me que já estamos a sair e não parece ser muito agradável!
E disse outro anão:
- Que nojo, como é que vamos para a escola, se vamos pelo cano abaixo?
E a professora disse:
- Voltamos a pé.
Inês Caldevilla
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Uma viagem a Coimbra
Eu fui nas férias a Coimbra com o meu padrinho e com o meu tio, no Alfa Pendular, que andava duzentos e vinte cinco quilómetros por hora.
Paramos, saímos do Alfa, fomos para outro comboio e chegámos.
Eu nunca imaginei que fosse tão giro. Fui ver um bocadinho a cidade e depois fomos aos Portugal dos Pequeninos.
Vimos uma camioneta que trazia meninos do infantário, fomos pagar e depois entrámos.
Fomos ver coisas de África, vimos outras coisas, também vi o rei de Portugal e vimos a irmã da Raquel e vi um filme em que os Portugueses chegavam a África.
Fomos à procura de um restaurante e encontramos e fomos almoçar.
Comemos batatas fritas, arroz e bife e a bebida foi água natural para mim e para o meu tio e para o meu padrinho foi água fresca e a sobremesa foi fruta. Pagámos e fomos passear e fomos a outro café para lanchar e comi um gelado pelo caminho. Quando eu acabei o gelado, nós fomos a pé até à torre nova e foi giro. Eu pensava que não queria esquecer que fui a Coimbra.
Fomos à estação para ver a que horas chegava o comboio, para nós estarmos prontos. Dava para passear um bocadinho e o meu tio via sempre as horas para ver que horas eram para ir para o comboio.
Viu outra vez e era hora, mas quando chegámos à estação tínhamos chegado mais cedo do que o comboio e tivemos de esperar mais tempo.
Elsa
Paramos, saímos do Alfa, fomos para outro comboio e chegámos.
Eu nunca imaginei que fosse tão giro. Fui ver um bocadinho a cidade e depois fomos aos Portugal dos Pequeninos.
Vimos uma camioneta que trazia meninos do infantário, fomos pagar e depois entrámos.
Fomos ver coisas de África, vimos outras coisas, também vi o rei de Portugal e vimos a irmã da Raquel e vi um filme em que os Portugueses chegavam a África.
Fomos à procura de um restaurante e encontramos e fomos almoçar.
Comemos batatas fritas, arroz e bife e a bebida foi água natural para mim e para o meu tio e para o meu padrinho foi água fresca e a sobremesa foi fruta. Pagámos e fomos passear e fomos a outro café para lanchar e comi um gelado pelo caminho. Quando eu acabei o gelado, nós fomos a pé até à torre nova e foi giro. Eu pensava que não queria esquecer que fui a Coimbra.
Fomos à estação para ver a que horas chegava o comboio, para nós estarmos prontos. Dava para passear um bocadinho e o meu tio via sempre as horas para ver que horas eram para ir para o comboio.
Viu outra vez e era hora, mas quando chegámos à estação tínhamos chegado mais cedo do que o comboio e tivemos de esperar mais tempo.
Elsa
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segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar

Hoje, lemos o 4.º capítulo.
É altura de os 25 autores começarem a partilhar as suas opiniões e emoções sobre as aventuras de Zorbas.
Para isso, vamos escrever aqui comentários originais.
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Alunos das turmas A e B, do 6º Ano da Escola Clara de Resende
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19:39
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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
HISTÓRIAS FANTÁSTICAS NA BIBLIOTECA - 10
Os livros com vida
Um menino foi a uma biblioteca. Lá havia livros de todos os tipos, até havia como fazer magia. O que lhe interessou mais foi esse. Então ele pediu aos donos da biblioteca para levar o livro durante quinze dias e eles deixaram o menino levar o livro.
Quando chegou a casa o menino, foi logo ler o livro. Precisava de uma varinha mágica e depois fez um feitiço e tornou os livros com vida.
Então ele foi à biblioteca e disse:
- Este livro é mágico?
- Sim, é.
- Foi por isso que to demos. Nós não emprestamos livros.
-Lêem aqui e pronto. Lê como inverter o feitiço e os livros voltam ao normal.
E depois ele telefonou a um amigo e perguntou?
- Amanhã queres ir à biblioteca comigo?
E o amigo respondeu:
- Pode ser.
Chegaram lá e foram ler todos os livros que quiseram, e o menino devolveu o livro de magia, mas o livro de magia era mágico.
Fez um feitiço que fez os livros ficarem outra vez vivos e o livro de magia não parava quieto e não o conseguiam apanhar. Fez outra magia e nunca mais conseguiram tirar os feitiços que ele fizesse nem que o apanhassem.
Então o livro de Matemática e o de Português deram uma aula ao de magia mas ele não quis e começou a fugir e nunca mais ninguém o viu.
Artur
Quando chegou a casa o menino, foi logo ler o livro. Precisava de uma varinha mágica e depois fez um feitiço e tornou os livros com vida.
Então ele foi à biblioteca e disse:
- Este livro é mágico?
- Sim, é.
- Foi por isso que to demos. Nós não emprestamos livros.
-Lêem aqui e pronto. Lê como inverter o feitiço e os livros voltam ao normal.
E depois ele telefonou a um amigo e perguntou?
- Amanhã queres ir à biblioteca comigo?
E o amigo respondeu:
- Pode ser.
Chegaram lá e foram ler todos os livros que quiseram, e o menino devolveu o livro de magia, mas o livro de magia era mágico.
Fez um feitiço que fez os livros ficarem outra vez vivos e o livro de magia não parava quieto e não o conseguiam apanhar. Fez outra magia e nunca mais conseguiram tirar os feitiços que ele fizesse nem que o apanhassem.
Então o livro de Matemática e o de Português deram uma aula ao de magia mas ele não quis e começou a fugir e nunca mais ninguém o viu.
Artur
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Alunos das turmas A e B, do 6º Ano da Escola Clara de Resende
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10:16
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